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Agora somos Universidade Federal de Jataí

Processo de Criação da Universidade Federal de Jataí

O sonho de se constituir em uma Universidade autônoma já é antigo na Regional Jataí da Universidade Federal de Goiás(UFG). O estado de Goiás, por quase sessenta anos tem tido apenas uma universidade federal enquanto outros estados contam com várias instituições.

 

Nos idos de 2004, os professores Helder Paulino, Euter Paniago Junior, Cassio Fontana, Elci Piochon, Vera Dias e Rosimeire Silva, propunham a criação da Universidade Federal do Sudoeste Goiano (UFSOG). Mediado pela Associação dos Professores do Câmpus Avançado de Jataí (ADCAJ), foi criado um grupo de trabalho e subcomissões de discussão sobre o assunto.

 

Ainda nos anos 2000 tramitaram na Câmara Federal e no Senado os projetos de lei 2611/2003, 4663/2004  e 4022/2004 e ainda projeto do então senador Marconi Perillo no ano de 2009, todos com o objetivo de criar a  UFSOG.

 

Ainda no ano de 2009 foi criada comissão interna, no então Câmpus Jataí da UFG, para elaboração de um projeto de criação para uma “nova” universidade. A comissão foi composta pelos professores Silvia Santos, Americo da Silveira Neto, Dimas Peixinho, Francismário dos Santos, João Cabral, Fabiano Melo, Raimundo Gomes Filho e pelos técnico-administrativos Ricardo Mathias e Marinalva Teixeira.

 

Após esses encaminhamentos o sonho da criação de uma universidade autônoma em Jataí esteve adormecido por alguns anos, até que em março de 2015, o deputado Daniel Vilela realizou visita às instalações da universidade em Jataí e foi alertado pelos gestores do Câmpus da importância da desvinculação  daquela unidade em relação à UFG.  A partir disso, o deputado protocolou requerimento de criação da UFSOG perante a Presidência da República.

 

Logo após, em outubro de 2015, a Regional Jataí da Universidade federal de Goiás recebeu a doação do terreno em que fica localizada a Cidade Universitária José Cruciano de Araújo, às margens da 364. Na ocasião, a gestão da Regional  apresentou ao governador de Goiás, Marconi Perillo, documento no qual apontava o anseio da comunidade universitária em constituir uma universidade autônoma e o solicitou que apoiasse esse sonho.

 

Em reunião de trabalho em 4 novembro de 2015, o governador apresentou a demanda à então presidenta, Dilma Roussef e ao Ministério da Educação e obteve a aceitação da mesma. No mesmo dia a notícia foi anunciada aos goianos.

 

A presidente Dilma Rousseff anunciou oficialmente a criação das Universidades Federais de Catalão e Jataí durante o ato de inauguração do novo terminal do Aeroporto Internacional de Goiânia, em 5 de maio de 2016. Logo a seguir, em 9 de maio realizou-se, no Palácio do Planalto, cerimônia na qual a presidenta assinou a mensagem que foi enviada ao Congresso Nacional propondo a criação de cinco novas universidades federais, entre elas a Universidade Federal de Jataí.

 

A partir de então, na já denominada Regional Jataí da UFG, foram criadas comissões e subcomissões de análise, diagnóstico e estudo de modelos para a nova universidade, trabalho que se estendeu pelos anos de 2016 e 2017, concomitantemente com a adoção de várias medidas que prepararam a instituição para se tornar independente.

 

A mensagem presidencial tramitou no Legislativo como projeto de lei. A tramitação na Câmara Federal se deu até 19 de dezembro de 2017, quando o Projeto de Lei (PL) 5275  foi aprovado em definitivo, tendo passado pelas comissões de Educação, Trabalho e Serviço Público, Constituição e Justiça e Finanças . A seguir o projeto foi encaminhado para o Senado Federal.

 

A tramitação do projeto no Senado Federal (PLC 07/2018) aconteceu de forma célere, tendo sido aprovado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte em 20 de fevereiro de 2018 e em plenário no dia 21 de fevereiro de 2018.

 

A seguir o projeto foi enviado para sanção presidencial, tendo sido recebido pela Secretaria de Governo em 28 de fevereiro, e sancionado no dia 20 de março de 2018.

 

O PLC 7/2018 que cria a Universidade Federal de Jataí (UFJ), com sede e foro no município de mesmo nome prevê a transferência de cursos, alunos e cargos será automática. O campus da UFJ será constituído das atuais unidades acadêmicas de Riachuelo e Jatobá (Cidade Universitária José Cruciano de Araújo).

 

Além do aproveitamento da estrutura existente da UFG, o texto prevê a criação de 67 cargos efetivos do plano de carreira dos cargos técnico-administrativos em educação e 40 cargos de direção.

 

Após a etapa de sanção da Presidência da República, o MEC indicará uma universidade tutora e um reitor pró tempore para a nova universidade, que terá o prazo de 180 dias para criar um estatuto e regimento que a organize.

 

 Confira abaixo a lei de criação da UFJ. 

 

Fonte : ASCOM -UFJ

Categorias : Notícias

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Lei 13 635/2018 130 Kb c28c37fa54d00eebf2203639addaacba
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